

Os Estados-Membros formalizaram a Declaração dos Direitos da Criança, defendendo que todas têm direito a afeto, alimentação adequada, cuidados médicos e educação gratuita, independentemente da raça, cor, religião ou origem social.
Ainda, todas as crianças têm direito a receber um nome e uma nacionalidade, a ter tempo para brincar e a serem protegidas contra qualquer forma de exploração, negligência ou crueldade.
A efeméride relembra todos os cidadãos, instituições e governos não só da responsabilidade coletiva da proteção dos infantes, mas também dos acontecimentos atuais que limitam o usufruto dos direitos consagrados na Declaração.



