

Foto: Rui Gaudêncio
A greve geral, marcada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN), paralisou parte do país.
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP-IN, disse, esta manhã, que “os números apontam para uma grande greve”. Nos hospitais, segundo os sindicatos, a adesão é elevada, com Joana Bordalo e Sá, dirigente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), a afirmar que perceciona constrangimentos expressivos no Hospital de São João, no Porto.
Por todo o país, várias escolas encontram-se encerradas, perturbando e dificultando o funcionamento em dia de prova de aferição para os alunos do 6° ano. Já foram cancelados quase 190 voos e suprimida a circulação nas linhas do Metro do Porto, exceto nas abrangidas pelos serviços mínimos obrigatórios.
A paralisação reflete o descontentamento dos trabalhadores com a proposta Trabalho XXI, que prevê mais de uma centena de alterações ao Código do Trabalho, referentes aos contratos a prazo, despedimentos, licenças parentais e bancos de horas.



